A união da Torcida Falange Azul não fica restrita ao futebol. A parceria dessa família de 1.736 associados, que existe desde 5 de fevereiro de 1992, também abrange toda a sociedade através das campanhas promovidas pelo grupo.
De acordo com o vice-presidente da Falange Azul, Marcelo Benini, atualmente a torcida está arrecadando roupas que serão distribuídas em comunidades carentes. Quem quiser ajudar este projeto social, deve levar as doações na sede da torcida, na avenida Jorge Casoni - 1992, no estádio VGD. Lá também há uma caixa de mantimentos na sede, doados pelos torcedores, que são distribuídos para famílias carentes.
“Podemos e devemos usar a torcida para este fim também. Já fizemos coleta de doações para instituições em cidades vizinhas e um trabalho na maternidade”, enfatiza Benini. Ele afirma que está prevista uma doação de roupas na Zona Norte até o início do mês de outubro.
Tubarão na veia
A torcida organizada vai propor na próxima reunião da diretoria um planejamento para realizar um mutirão, incentivando tanto os sócios quanto não associados para participarem de uma campanha de doação de sangue. Ações desse tipo estão previstas no estatuto social da torcida, que tem a idéia de organizar um dia para uma esta doação coletiva. “A idéia é fazermos um levantamento de todas as instituições que existem em Londrina e mensalmente fazermos, com nosso pessoal, a coleta em uma delas”, planeja o vice-presidente. “O simples fato de você poder ajudar aqueles que estão em dificuldade já é de grande importância, independente de ser torcida ou não”, defende.
Por Assessoria de Imprensa - Falange Azul
Ciro Campos (9925-3613) e Paulo Augusto Sebin (9960-8993)
De acordo com o vice-presidente da Falange Azul, Marcelo Benini, atualmente a torcida está arrecadando roupas que serão distribuídas em comunidades carentes. Quem quiser ajudar este projeto social, deve levar as doações na sede da torcida, na avenida Jorge Casoni - 1992, no estádio VGD. Lá também há uma caixa de mantimentos na sede, doados pelos torcedores, que são distribuídos para famílias carentes.
“Podemos e devemos usar a torcida para este fim também. Já fizemos coleta de doações para instituições em cidades vizinhas e um trabalho na maternidade”, enfatiza Benini. Ele afirma que está prevista uma doação de roupas na Zona Norte até o início do mês de outubro.
Tubarão na veia
A torcida organizada vai propor na próxima reunião da diretoria um planejamento para realizar um mutirão, incentivando tanto os sócios quanto não associados para participarem de uma campanha de doação de sangue. Ações desse tipo estão previstas no estatuto social da torcida, que tem a idéia de organizar um dia para uma esta doação coletiva. “A idéia é fazermos um levantamento de todas as instituições que existem em Londrina e mensalmente fazermos, com nosso pessoal, a coleta em uma delas”, planeja o vice-presidente. “O simples fato de você poder ajudar aqueles que estão em dificuldade já é de grande importância, independente de ser torcida ou não”, defende.
Por Assessoria de Imprensa - Falange Azul
Ciro Campos (9925-3613) e Paulo Augusto Sebin (9960-8993)